Peguei no papel que o meu genro me entregou à porta de casa, li-o e senti o chão fugir-me debaixo dos pés. Era uma manhã de quinta-feira, pouco depois das sete, o Elba cinzento lá fora, o café…
Naquela manhã de quinta-feira, eu estava na cozinha à espera do café. Eram pouco mais de sete horas. Pela janela via-se o rio Elba, cinzento e calmo, como costuma estar em outubro, quando o nevoeiro ainda não levantou e as gaivotas voam baixo sobre a água. Não tinha planos para aquele dia. Era isso que … Read more